E a promessa de durar...
Tudo que é bom
Vai melhorar
Mil razões para chorar:
Coração a implorar
A paz
D e s e j o s

Não tenho nada com isso nem vem falar
Eu não consigo entender sua lógica
Minha palavra cantada pode espantar
E a seus ouvidos parecer exótica
Mas acontece que eu não posso me deixar
Levar por um papo que já não deu
Acho que nada restou pra guardar
Do muito ou pouco que ouve entre você e eu
Nenhuma força virá me fazer calar
Faço no tempo soar minha sílaba
Canto somente o que pede pra se cantar
Sou o que soa eu não douro a pílula


Deitar na sua cama
Sentir o teu perigo
Ouvir tuas palavras
Me embriagar no teu abrigo
Fita no cabelo
Saia de menina
Tudo pra você gostar
Conta a sua história
Veste a minha roupa
Deixa eu me acostumar
Diz na melodia
Tira a minha roupa
Pede pra eu me perfumar
Diz que não me esquece
Vira noite afora
Eu não posso demorar
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Clique no link acima da juju orchestra e ouça! Vale a pena!

[George Gershwin]
Old Man Sunshine, listen, you,
Never tell me dreams come true,
Just try it, and I'll start a riot,
Beatrice Fairfax don't you dare,
Ever tell me she will care,
I'm certain, It's the final cutain.
Don't want to hear from and cheerful Pollyannas,
Who tell me love will find a way, it's all bananas.
They're writing songs of love, but not for me,
A lucky star's above, but not for me,
With love to lead the way,
I found more clouds of grey,
Than any Russian play could guarantee.
I was a fool to fall, and get that way,
Hi ho! Alas! And also Lack a day!
Although I can't dismiss,
The memory of her kiss,
I guess she's not for me.
It all began so well, but what an end,
This is the time a fella needs a friend,
When every happy plot,
Ends in a marriage knot,
And there's no knot for me.
imagem: Chema Madoz
“(...) não diferem o historiador e o poeta por escreverem verso ou prosa... Diferem, sim, em que um diz as coisas que sucederam e o outro as que poderiam suceder. Por isto, a poesia é algo mais filosófico e mais sério do que a história, pois aquela se refere principalmente ao universal e esta ao particular”
(Aristóteles, 1882, cap. IX, p. 21)
José Carlos Reis, em História, Tempo e Evasão